'Não nos deixaram licenciar a música nem as imagens': diretora de 'Always Lalisa' diz que a YG barrou cenas e canções do BLACKPINK no documentário de Lisa, que estreia na segunda
Sue Kim contou que quis mostrar o início da carreira da tailandesa no grupo, mas a agência não liberou o material — e os fãs reagiram com críticas.
Foto: KoreabooO documentário 'Always Lalisa', que estreou no Festival de Toronto e chega ao público nesta segunda-feira (12), quase não terá BLACKPINK. A diretora Sue Kim afirmou em entrevista que pretendia destacar o começo da trajetória de Lisa no grupo, mas que a YG Entertainment não autorizou o licenciamento de músicas nem de imagens do quarteto. 'Apesar dos nossos melhores esforços, não nos deixaram licenciar a música nem as imagens, então foi isso', disse.
Segundo Kim, o filme é sobre 'alguém que alcançou um enorme sucesso em um girl group de K-pop' — o que torna a ausência ainda mais sentida. A declaração viralizou neste sábado (10) e provocou uma onda de críticas à agência nas redes. Fãs lembraram que o contrato individual de Lisa com a YG já terminou e acusaram a empresa de reter o material por birra; outros pediram que o público pare de defender a agência.
Até a publicação desta reportagem, a YG não havia se manifestado sobre o caso; o relato de que o material foi 'bloqueado' parte exclusivamente da diretora. Na véspera, o documentário já tinha chamado atenção por revelar namoros escondidos e as avaliações mensais a que Lisa era submetida desde os 14 anos, na época de trainee.






