Derrotado em 1ª instância e no TJ-SP, Thiaguinho leva ao STJ a briga para tirar o nome 'Tardizinha Gospel' de evento evangélico — Justiça diz que 'tardezinha' é termo comum
Empresas ligadas ao pagodeiro alegam que o nome confunde o público com a marca da 'Tardezinha', registrada no INPI; os tribunais até agora entenderam que os eventos têm públicos diferentes.
Foto: TV Prime/ReproduçãoThiaguinho não desistiu da disputa pelo nome da festa que virou marca da sua carreira. As empresas Paz & Bem Edições Musicais e Tardezinha Produções e Eventos, ligadas ao cantor, recorreram ao Superior Tribunal de Justiça para tentar proibir o uso de 'Tardizinha Gospel' pela empresa Tardizinha Gospel Eventos e por Juliano de Bitencourt Vargas, ligado ao pagode Restaura. O STJ ainda precisa aceitar o recurso para julgar o caso.
Os pedidos já foram negados na primeira instância e no Tribunal de Justiça de São Paulo. O argumento das empresas é que o nome pode ser confundido com o logotipo da 'Tardezinha' registrado no INPI e que os dois eventos atuam no mesmo mercado de festas e shows. Elas sustentam ainda que o TJ-SP reconheceu a semelhança entre os nomes, mas não levou em conta a proteção garantida pelo registro da marca.
Os juízes, porém, entenderam que 'tardezinha' é uma expressão de uso comum para eventos no fim da tarde e que o titular da marca precisa conviver com nomes parecidos. O relator destacou ainda que as propostas artísticas e os públicos são distintos: 'Enquanto o alvo das recorrentes é o público em geral', o evento gospel mira principalmente o público cristão. Procuradas pelo Portal Leo Dias, as partes não se manifestaram.






