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Abraço em La Sole e som cortado no meio de 'Amor de Chat': o show-surpresa que Messi pediu e não aconteceu na despedida

Grupo Cali, banda de cumbia preferida do craque, teve a apresentação interrompida no Monumental e culpou a organização: 'causas de força maior'.

Foto: Infobae

A despedida de Lionel Messi da seleção argentina, na terça-feira (6), no Monumental de Núñez, teve vitória por 3 a 0 sobre Benin, gol e assistência do capitão e uma trilha sonora pensada para emocionar. Soledad Pastorutti, La Sole, cantou 'Brindis', abraçou Messi no gramado e terminou os últimos versos com o estádio inteiro. Ulises Bueno também se apresentou, e o ex-combatente das Malvinas Fabio Santana interpretou o hino nacional antes do jogo, levando Scaloni e o próprio Messi às lágrimas.

A grande surpresa da noite, porém, terminou em frustração. Sergio Torres, ex-vocalista do Grupo Cali que Messi apontou como seu cantor favorito ainda em 2007, ia reencontrar o fundador da banda, o acordeonista Darío Zanco, no encerramento. Os dois tinham até passado o som no gramado horas antes. Mas a música foi cortada durante 'Amor de Chat', antes do fim da primeira canção, enquanto Messi abraçava um dos filhos e deixava o campo com a família. O show nunca foi retomado.

No dia seguinte, a conta do Grupo Cali publicou um comunicado: 'Queremos esclarecer que o show foi suspenso por causas de força maior', ligadas a 'questões relacionadas à organização' e alheias à banda. 'Mil desculpas a todas as pessoas que estavam esperando este momento', escreveu o grupo, sem apontar responsáveis. Antes, Torres tinha contado à rádio Aire de Santa Fe que compôs com Messi a canção 'La octava maravilla' e que o craque é 'uma pessoa extraordinária'.

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