Namoros escondidos, avaliações mensais desde os 14 anos e uma música aprovada pelo ex: o que revela 'Always Lalisa', o documentário de Lisa que chega aos cinemas IMAX na segunda
Dirigido por Sue Kim, o filme acompanha um ano da integrante do BLACKPINK em carreira solo e estreia mundialmente em 12 de outubro.
Foto: Lloud/The Korea HeraldLisa, do BLACKPINK, leva sua vida fora do grupo para a tela grande na segunda-feira (12), quando 'Always Lalisa' entra em cartaz em salas IMAX e cinemas do mundo todo, em temporada limitada. Dirigido por Sue Kim e exibido pela primeira vez no Festival de Toronto, em 11 de setembro, o documentário acompanha um ano de independência da tailandesa, filmado antes da volta às atividades do grupo: a pressão de trabalhar sozinha, a estreia como atriz em 'The White Lotus', a construção da própria marca e o esforço para manter a vida pessoal longe dos holofotes. Depois dos cinemas, o filme vai para o YouTube Premium, ainda sem data.
As revelações mais comentadas tocam em tabus do K-pop. 'Na cultura do K-pop, a gente não pode namorar', diz Lisa, que conta ter tido alguns relacionamentos quando era mais nova e ter precisado escondê-los para não prejudicar a popularidade do BLACKPINK. Ela também explica que 'Dream', faixa do álbum solo 'Alter Ego' (2025), foi escrita sobre uma dessas relações — e que só a lançou depois de pedir autorização à pessoa, que aceitou com uma condição: os fãs não poderiam descobrir quem é.
O filme ainda volta a 2011, quando Lisa se mudou para a Coreia aos 14 anos para treinar na YG Entertainment. Emocionada, ela relembra as fitas de apresentação que precisava entregar todo mês para avaliação e os retornos que recebia: 'Eu não ousava falar ou expressar o que pensava', afirma. No fim, o tom é de libertação — 'Finalmente posso viver a minha vida', diz —, num momento em que ela tem dois projetos em desenvolvimento na Netflix, o filme de ação 'TYGO' e uma comédia romântica, e prepara o EP 'PRESS PLAY' para 23 de outubro.






